quarta-feira, outubro 19, 2011

Centro de Referência Virtual do Professor de MG é um exemplo a ser seguido pelas Secretarias de Ensino!!!

A Secretaria de Educação de Migas Gerais tem um site de REFERÊNCIA PARA OS PROFESSORES maravilhoso!!! Nele há formação em textos e vídeos sobre temas variados, projetos etc. Vale a pena ver, ler e assistir. Basta clicar no link da postagem para acessar o site original.
No vídeo deste link, o Coordenador do Programa de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino Básico, Arthur E. Quintão, fala sobre a Organização das Condições de Ensino. O vídeo é longo mas vale a pena ver na íntegra.

sexta-feira, outubro 14, 2011

CURSOS ONLINE NA ÁREA DE EDUCAÇÃO

No site do Brasil Escola há vários cursos online, pagos, para a área educacional e outros. Mas não são caros!!! Um curso de 60 horas tem um custo médio de R$100,00, parcelado em cartões de crédito. Clique e confira.

LINKS PARA BIBLIOGRAFIA DO CONCURSO GESTÃO SOROCABA

Para auxiliar as pessoas que pensam em prestar os concursos da rede municipal de Sorocaba, aqui estão alguns links da bibliografia. Os arquivos sem link ainda estou procurando e, à medida que encontro, vou colocando os links mais apropriados, ok? Afinal, a união faz a força. Caso tenham algum texto ou livro em arquivo ou scaneado, agradeço se postarem nos comentários para que todos tenhamos oportunidade de estudar.


Beijos e boa sorte a todos.

Alessandra

Obs: Geralmente são resumos ou textos correlatos.



SUPERVISOR DE ENSINO
CONHECIMENTOS TEÓRICO-PEDAGÓGICOS: BIBLIOGRAFIA (a bibliografia do supervisor tem apenas 3 títulos a mais, que são os números 9, 22 e 30)

 
1. ALARCÃO, Isabel. Professores reflexivos em uma escola reflexiva. Editora Cortez. 2010.


2. AQUINO, Júlio Groppa. Diferenças e preconceitos na escola. Editora Summus, 1998.

http://books.google.com.br/books?id=ROZSkhfHSMkC&printsec=frontcover&dq=inauthor:%22Julio+Groppa+Aquino%22&hl=pt-BR&ei=X0HQTsODK9HBgAfwurHVDQ&sa=X&oi=book_result&ct=result&resnum=5&ved=0CEkQ6AEwBA#v=onepage&q&f=false este link é do livro original, até a pag. 51 apenas

3. AZANHA, José Pires. Autonomia da escola: um reexame. Disponível em: www.crmariocovas.sp.gov.br/pdf/ideias_16_p037-046_c.pdf
4. BEAUDOIN, M.-N.; TAYLOR, M. Bullying e desrespeito: como acabar com essa cultura na escola. Porto Alegre:Artmed, 2006.
5. DOLABELA, Fernando. Pedagogia Empreendedora. Cultura Editora, 2003.
6. DOLZ, Joaquim; NOVERRAZ, Michele; SCHNEUWLY, Bernard. Seqüências didáticas para o oral e a escrita: apresentaçãode um procedimento. In: SCHNEUWLY, Bernard DOLZ, Joaquim. Gêneros orais e escritos na escola. Tradução deRoxane Rojo e Glaís Sales Cordeiro. Campinas, SP: Mercado das Letras, 2004, p. 95-128
7. DOWBOR, Ladislau. Tecnologias do conhecimento: Os desafios da educação. Rio de Janeiro, Vozes, 2001.
8. FERREIRA Naura Syria Carapeto e AGUIAR, Marica Ângela da S. (orgs.). Gestão da Educação – Impasses, perspectivas
e compromissos. Editora Cortez, 2001.
9. FERREIRA, Naura Syria Carrapeto (Org.). Supervisão educacional para uma escola de qualidade. Editora Cortez,
2003.
10. FERREIRO, Emília. Com todas as letras. São Paulo: Cortez, 2000.
11. FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. Editora Paz e Terra, 1996.
12. FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler: em três artigos que se completam. Editora Cortez, 2005.
13. FUSARI, J. A formação continuada de professores no cotidiano da escola fundamental. Disponível em:www.crmariocovas.sp.gov.br/pdf/ideias_12_p025-034_c.pdf.
14. GADOTTI, Moacir, PADILHA, Paulo e CABEZUDO, Alicia. Cidade Educadora – Princípios e Experiências. Editora
Cortez, 2004.
15. GADOTTI, Moacir. Pedagogia da Terra. São Paulo: Peirópolis, 2000.
16. GUENTHER, Zenita. Capacidade e Talento – um programa para a escola. Editora EPU, 2006.
17. HOFFMAN, Jussara. Avaliação mediadora: uma relação dialógica na construção do conhecimento. Serie Idéias no.22, SP, FDE, pág 51-59. www.crmariocovas.sp.gov.br/pdf/ideias_22_p051-059_c.pdf
18. LA TAILE, Yves; OLIVEIRA, Marta Kohl de; DANTAS, Heloysa. Piaget, Vygotsky e Wallon: teorias psicogenéticasem discussão. São Paulo: Summus, 1992.
19. LERNER, Délia. Ler e escrever na escola: o real, o possível e o necessário. Porto Alegre: Artmed, 2002
20. LIBANEO, José Carlos; TOSCHI, Mirza Seabra; OLIVEIRA, João Ferreira de. Educação Escolar: Políticas, Estruturae Organização. Cortez, 2003.
21. MACEDO , Lino de. Ensaios pedagógicos. Como construir uma escola para todos? São Paulo: Artmed, 2009.
22. MACHADO, Lourdes M. (Coord.) e MAIA, Graziela Z. A. (Org.). Administração e Supervisão Escolar. Questões para
o novo milênio. São Paulo: Pioneira, 2000.
23. PARO, Vitor. Gestão democrática da escola pública. São Paulo: Ática, 1997.
24. MORIN, Edgard. Os sete saberes necessários à educação do futuro. Editora Cortez, 2003.
25. PERRENOUD, Philippe, Dez novas competências para ensinar. Artes Médicas, 2000.
26. RIOS, Teresinha Azeredo. A importância dos Conteúdos Socioculturais no Processo Avaliativo. Série Idéias no. 08,SP, FDE, pág 37-43. Disponível em: www.crmariocovas.sp.gov.br/pdf/ideias_08_p037-043_c.pdf
27. RIOS, Terezinha Azeredo. Compreender e ensinar: por uma docência da melhor qualidade. Editora Cortez, 2001.
28. ROMÃO, José Estáquio. Avaliação Dialógica – desafios e perspectivas. Editora Cortez, 1999.
29. SACRISTÁN, J. Gimeno. O Currículo – uma reflexão sobre a prática. Editora Artmed, 1998.
30. SILVA JR, Celestino A. e RANGEL, Mary (Org.). Nove Olhares sobre a Supervisão. Editora Papirus, 1999.
31. VEIGA, Ilma Passos. Projeto Político Pedagógico da Escola: uma construção possível. Papirus Editora, 2006.
32. ZABALA, Antoni. A prática educativa: Como ensinar. Porto Alegre: Editora Artmed, 1998.
PUBLICAÇÕES INSTITUCIONAIS
1. BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Ensino Fundamental de nove anos: orientaçõespara a inclusão da criança de seis anos de idade. Brasília, MEC/SEB/FNDE, 2004
2. BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria da Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade. Orientações eAções para a Educação das Relações Étnico-Raciais. Brasília: SECAD, 2006LEGISLAÇÃO
1. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988: art. 5º, 37 ao 41, 205 ao 214, 227 ao 229.
2. Lei n° 9394, de 20/12/96 - Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
3. Lei n° 8069 de 13/07/90 - Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA.



4. Lei Municipal n° 4599, de 06/09/94, com alterações pela Lei Municipal n.° 8119, de 29/03/07 - Estabelece o quadroe o plano de carreira do quadro do magistério público municipal de Sorocaba.
 


Publicações do Conselho Nacional de Educação
1. Resolução CNE/CEB nº 01/2000 e Parecer CNE/CEB nº 11/2000 – Diretrizes Curriculares Nacionais para a
Educação de Jovens e Adultos.
2. Resolução CNE/CEB n.° 02/2001 e Parecer CNE/CEB n° 17/2001 - Institui Diretrizes Curriculares Nacionais
para a Educação Especial.
3. Resolução CNE/CP nº 01/2004 e Parecer CNE/CP nº 03/2004 – Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a
Educação das Relações Étnico – Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana.
4. Resolução CNE/CEB nº 04/2009 e Parecer CNE/CEB nº 13/2009 - Institui Diretrizes Operacionais para o Atendimento
Educacional Especializado na Educação Básica, modalidade Educação Especial.
5. Resolução CNE/CEB nº 05/2009 e Parecer CNE/CEB nº 20/2009 - Fixa Diretrizes Curriculares Nacionais paraa Educação Infantil.
6. Resolução CNE/CEB nº 01/2010 e Parecer CNE/CEB 22/2009- Define Diretrizes Operacionais para a implantação
do Ensino Fundamental de 9 (nove) anos.
7. Resolução CNE/CEB nº 03/2010 e Parecer CNE/CEB nº 06/2010 – Institui Diretrizes Operacionais para a Educação
de Jovens e Adultos nos aspectos relativos à duração dos cursos e idade mínima para ingresso nos cursos de EJA; idade
mínima e certificação nos exames de EJA; e Educação de Jovens e Adultos desenvolvida por meio da Educação a Distância.
8. Resolução CNE/CEB nº 04/2010 e Parecer CNE/CEB nº 07/2010 – Define Diretrizes Curriculares Nacionais
Gerais para a Educação Básica.
9. Resolução CNE/CEB nº 07/2010 e Parecer CNE/CEB nº 11/2010 - Fixa Diretrizes Curriculares Nacionais para
o Ensino Fundamental de 09 (nove) anos.


 
Publicações do Conselho Municipal de Educação de Sorocaba
1. Deliberação CME nº 02/99 de 26/10/99, Indicação CME nº 03/99 de 26/10/99 e Resolução SEC/GS nº 69/99 de 03/
11/99 – Fixa normas para a operacionalização da avaliação pela escola para a classificação e reclassificação dos alunos das
escolas da rede municipal de ensino.
2. Deliberação CME nº 01/2001 de 12/06/01, Indicação CME nº 01/01 de 12/06/01 e Resolução SEC/GS nº 36/01 de
26/06/01- Dispõe sobre pedidos de reconsideração e recursos referentes aos resultados finais de avaliação de alunos do ensino
fundamental e médio, regular e supletivo do Sistema Municipal de Ensino.
3. Deliberação CME nº 01/2007, de 27/03/07, Indicação CME nº 01/07 de 27/03/07 e Resolução SEDU/GS nº 23 de
25/04/07 - Dispõe sobre o atendimento a alunos cujo estado de saúde recomende atividades especiais de aprendizagem e
avaliação escolar.
4. Deliberação CME nº 01/08 de 20/05/08, Indicação CME nº 01/08 de 20/05/08 e Resolução SEDU/GS nº 18 de 27/
05/08 – Atualização das Normas para Autorização e Funcionamento de Instituições privadas de Educação Infantil no Sistema
Municipal de Ensino do município de Sorocaba.
5. Deliberação CME nº 02/08 de 28/10/08, Indicação CME nº 02/08 de 28/10/08 e Resolução SEDU/GS nº 31/08 de
06/11/08 – Dispõe sobre normas para o atendimento de alunos com necessidades especiais na Rede Municipal de Ensino de
Sorocaba.
6. Deliberação CME nº 01/09 de 23/11/09 e Resolução SEDU/GS nº 08/09 de 23/11/09 – Estabelece normas para
simplificação de registros, arquivamento e eliminação de documentos escolares.
7. Deliberação CME nº 02/09 de 08/12/09, Indicação CME nº 01/09 de 08/12/09 e Resolução SEDU/GS nº 09/09 de
09/12/09 – Fixa normas para os cursos de Jovens e Adultos em nível do Ensino Fundamental e Médio da Rede Municipal de
Ensino de Sorocaba.
8. Parecer CME nº 03/10 de 19/10/10 – Atendimento Educacional Especializado na rede municipal de ensino.
9. Parecer CME nº 04/10 de 23/11/10 – Programa Escola em Tempo Integral – Oficina do Saber.


BASTA CLICAR NO TÍTULO DESTAS LEIS PARA ENTRAR NA PÁGINA. ABRIRÁ UMA TELA DE DIVISÃO POR ANO DAS LEIS.
Este caderno traz os temas abaixo


 
08 a 11Leitura de Mundo, Letramento e Alfabetização:diversidade cultural, etnia, gênero e sexualidadeLeiva de .igueiredo Viana Leal 
14 a 19Ler o Mundo Também do ponto de vista de gêneroTatau Godinho 
21 a 23 A Multiculturalidade na Educação Estética Ana Mae Barbosa 
25 a28Educação para todos ou nem “um” a menos: a inclusãoda temática racial no cotidiano escolar Isabel Santos 
29 a 35Educação Pública: Identidades em MovimentoSalloma Salomão Jovino da Silva 
36 a 39Educação Escolar Indígena em São Paulo:alguns elementos para reflexãoMaria Inês Ladeira 
40 a 46Diálogos sobre sexualidade: da Curiosidade à AprendizagemMaria Cecília Pereira da Silva
 

quinta-feira, outubro 13, 2011

Neste vídeo Moran fala sobre as necessidades de atualização do professor e da escola frente às novas tecnologias.

quinta-feira, maio 26, 2011

Algumas atividades - Dengue











DENGUE

O título da postagem está linkado com o site do Combate à Dengue.com. Clique no título e confira!!!
Abaixo, receita de repelente caseiro, extraído do site acima.

Receitas de Repelente Caseiro de Cintronela

REPELENTE DE CITRONELA

T i n t u r a

200g da planta seca e triturada
1 litro de álcool comum (para uso externo) a 70%
1 vidro de boca larga e escuro, de preferência, com capacidade mínima de 1 litro
1 frasco escuro para acondicionar
1 funil
1 papel filtro
pano branco e limpo para coar e etiquetar

Modo de fazer

Pesar 200g da planta seca e triturada. Colocar num frasco de boca larga. Despejar 1 litro de álcool a 70% sobre a erva. Tampar o frasco e cobrir com papel escuro, se o vidro for claro. Deixar em maceração por no mínimo 8 e no máximo 21 dias, em local seco e protegido da luz. Agitar 2 vezes diariamente. Coar com o pano branco e completar o volume para 1 litro, passando mais álcool a 70% sobre o resíduo da planta. Filtrar em papel filtro e guardar em frasco escuro. Rotular.
Validade: 2 anos

L o ç ã o R e p e l e n t e

Ingredientes para 1 litro de loção (100%):
150ml de glicerina líquida (15%)
150 ml de tintura de Citronela (15%)
350 ml de álcool de cereais (35%)
350 ml de água mineral, destilada ou filtrada (35%)

Modo de fazer

Misturar todos os ingredientes em partes iguais e embalar em recipiente de cor âmbar.
Passar na pele quando estiver em locais com moscas e mosquitos.

Sobre a Citronela

CITRONELAA citronela é uma planta parecida com capim, originária da Ilha de Java, na Indonésia, que possui características interessantes, mas ainda pouco aproveitadas pelo homem.

O vegetal é rico em citronelal e o geraniol, substâncias que dão a ela um odor cítrico semelhante ao do eucalipto. Devido a isso, pode-se usá-la como aromatizador e em produtos de perfumaria.

Mas não pára por aí, a citronela possui outra qualidade: o mesmo cheiro que agrada tanto aos humanos é insuportável aos insetos, como moscas e mosquitos, característica que faz dela um repelente natural, além de ecológico, pois espanta os animais ao invés de matá-los.

Segundo a aromaterapia, a citronela também funciona como antidepressivo, anti-séptico, desodorante, tônico e estimulante.

Há quem pergunte se apenas cultivando a citronela no jardim é possível usufruir do poder repelente da planta. A resposta é sim, mas com uma ressalva: para que o resultado seja positivo, é preciso plantar a citronela no caminho percorrido pelo vento, de forma que leve o aroma até o local de onde desejamos manter os mosquitos afastados.

Uma outra forma de aproveitar o poder repelente da planta é fazer um chá com as folhas da planta e usá-lo para limpar o chão, passar em parapeitos de janelas, etc.

O método industrial de extração do óleo essencial da citronela é conhecido como “arrasto de vapor”. As folhas são colocadas em um recipiente e passam a receber vapor d’água constantemente. A água é aquecida em uma caldeira. Ao passar pelas folhas da citronela, o vapor leva junto o óleo essencial, separado da água, em seguida, por condensação.

Já a extração caseira do óleo essencial da citronela não é muito simples. Segundo informações da Seção de Plantas Aromáticas do Instituto Agronômico de Campinas (IAC), pode-se colocar as folhas com um pouco de água num panela de pressão: o vapor que sair de lá também vai conter óleo essencial.
O problema é recolher este vapor, para daí extrair o óleo.

Uma outra dica é que o óleo essencial da citronela é também solúvel em álcool. Assim, se misturarmos as folhas ao álcool, naturalmente o óleo essencial vai ser liberado. Aqui o problema é o seguinte: outras substâncias presentes na folha, como clorofila e pigmentos, também são solúveis em álcool e, neste caso, não teríamos o óleo puro como se obtém por meio do vapor d’água.

quinta-feira, maio 19, 2011

Revisão do Acordo com os Docentes - PEB I

Sindicato pede revisão do acordo salarial dos Professores da Rede Municipal

O SSPMS protocolou junto ao Prefeito Vitor Lippi, o Of. SSPMS nº 35/2011, de 17/05/2011, pedido de revisão do acordo salarial dos Professores – PEB I, da Rede Municipal de Ensino, celebrado em 2009, que na época através da Lei 9.024?2009, concedeu acréscimo salarial, com pagamento em cinco parcelas de 3%, sempre no mês de janeiro, a ser pago nos anos de 2010 a 2015. Também foi enviado cópia do Ofício à Secretária da Educação, Maria Teresinha Del Cistia e para a Secretária de Gestão de Pessoas, Silvana Chinelatto.


Leiam na íntegra no site do sindicato...

sábado, abril 09, 2011

SUBTRAÇÃO - INICIAL







Inicialmente, esta atividade deve ser acompanhada com Material Dourado.

ADIÇÃO - INICIAL





PARA IMPRESSÃO COMO CARTAZ
1º - Copiar e colar para o Microsoft Publisher
2º - Selecionar o tamanho A2 Pôster
3º - Na impressão, selecionar *Imprimir em várias páginas









PARLENDAS









Para se trabalhar a segmentação.


Após a leitura coletiva, com um cartaz ou a letra da parlenda na lousa.

ADIVINHAS



Esta é uma boa atividade para os silábicos com valor sonoro e para incentivar os que ainda não adquiriram valor.



Após as crianças descobrirem a resposta (letra L), pode-se pedir para circularem todas as letra L da adivinha, para identificação das letras minúsculas.




Esta dará uma boa situação de leitura, com intervenções adequadas (nunca dar a resposta).
1º - Som inicial.
2º - Som final.
3º - o que tem depois da primeira letra, condiz com a fala da resposta procurada?
Pode-se utilizar a montagem com o alfabeto móvel.














Esta e a anterior, são boas para intervir com os alunos silábicos com valor e silábico-alfabéticos, se as respostas forem trabalhadas com o alfabeto móvel antes de registradas na folha.

quarta-feira, março 09, 2011

UM ANO DEPOIS...

Depois de muito tempo, espero conseguir postar mais vezes...
Beijos,
Alê





Para começar, como estou com um 2º ano,fica aqui o link da Revista Nova Escola sobre os agrupamentos produtivos, que acredito serem muito importantes para a alfabetização. Apesar disso, estou tendo um pouco de dificuldades para realizar as duplas produtivas, principalmente por ter uma turma muito agitada e com muitos alunos que brigam... mas já estão melhorando. Espero poder agrupá-los a partir de semana que vem, sem maiores problemas.

http://revistaescola.abril.com.br/planejamento-e-avaliacao/interacoes/como-agrupo-meus-alunos-427365.shtml